A melhor ideia que tirei de Gestão do Amanhã não foi sobre tecnologia.
Nem sobre inteligência artificial.
Nem sobre transformação digital.
Foi entender que empresas, profissionais e até áreas inteiras precisam se enxergar como uma versão beta.
E, sinceramente, acho que a Comunicação Interna tem muito a ganhar com essa forma de pensar.
O que significa ser uma versão beta?
Durante o livro, os autores defendem que as mudanças acontecem em uma velocidade cada vez maior.
Aquilo que funciona hoje pode não funcionar amanhã.
Por isso, em vez de acreditar que encontramos a fórmula perfeita, talvez seja mais inteligente aceitar que estamos em constante evolução.
Essa ideia ficou comigo.
Será que a Comunicação Interna também não deveria funcionar assim?

Comunicação Interna também precisa evoluir
É comum encontrarmos empresas que continuam fazendo campanhas porque “sempre foi assim”.
Os mesmos canais.
Os mesmos formatos.
Os mesmos comunicados.
Mas os colaboradores mudaram.
As lideranças mudaram.
A forma como consumimos informação mudou.
Então por que nossa comunicação permaneceria exatamente igual?
Talvez o maior aprendizado deste livro seja justamente este: não existe versão final.
Existe melhoria contínua.
Outro aprendizado: ser generalista
Outro conceito que gostei muito foi a importância de desenvolver uma visão mais ampla do negócio.
Os autores defendem que, em um cenário de mudanças rápidas, profissionais excessivamente especializados podem ter mais dificuldade para conectar diferentes áreas do conhecimento.
Na Comunicação Interna, isso faz muito sentido.
Todos os dias conversamos com RH, Segurança do Trabalho, TI, Jurídico, Marketing, ESG, Operações e tantas outras áreas.
Não precisamos ser especialistas em todas elas.
Mas precisamos entender um pouco de cada uma.
Essa visão mais generalista ajuda a fazer perguntas melhores, compreender diferentes contextos e construir estratégias de comunicação muito mais relevantes.
Um trecho que ficou comigo e levo para Comunicação Interna
Um dos trechos que mais me marcou durante a leitura foi a ideia de que precisamos abandonar a sensação de que já estamos prontos.
Porque, em um mundo que muda o tempo todo, talvez a maior vantagem competitiva seja continuar aprendendo.
Essa reflexão vale para empresas.
Vale para líderes.
E vale, principalmente, para quem trabalha com Comunicação Interna.
Para quem é de Comunicação Interna, vale a leitura?
Na minha opinião, sim.
Gestão do Amanhã é uma leitura leve, cheia de exemplos práticos e provoca reflexões que continuam fazendo sentido mesmo depois que o livro termina.
Se você trabalha com Comunicação Interna, liderança ou gosta de entender como as organizações estão evoluindo, acredito que este livro merece um espaço na sua biblioteca.
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